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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
RESILIÊNCIA

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
2010 ANO CHOPIN
Frédéric Chopin nasce a 1 de Março de 1810 na cidade de Zelazowa, perto da capital polaca. Comemoram-se portanto, em 2010, 200 anos sobre o seu nascimento. Por toda a Europa e em todas as partes do mundo haverá imensas iniciativas para festejar a efeméride. Na Polónia, o ano vai ser marcado por inúmeras manifestações culturais, culminando estas, em Agosto, com o Festival Internacional "Chopin e a sua Europa" e em Outubro com o XVI Concurso Internacional Frédéric Chopin.
domingo, 3 de janeiro de 2010
QUE DIRIA SÓCRATES?

“Bebemos uma filosofia natural arcaica com o leite das nossas mães.”
W.V.Quine
Somos por essência seres filosóficos. Todos nos confrontamos, durante a vida, com questões filosóficas. Quem nunca se interrogou sobre a morte, a vida, o amor?
Ao sítio da internet Askphilosopheres, todos os dias chegam ecos destas e de outras questões, colocadas por milhares de pessoas de todos os cantos da Terra. Diversos filósofos ofereceram-se para responder, surgindo o projecto de organização num livro de núcleos de questões/ respostas filosóficas.
Que Diria Sócrates? é uma obra que resulta de várias perguntas filosóficas colocadas por pessoas desconhecidas e pelas respostas dadas por filósofos. Os núcleos de questões foram organizados em torno dos temas e problemas centrais da filosofia enunciados por Kant: que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? O que é o Homem?
Algumas perguntas são surpreendentemente originais, como aquela em que, um internauta interroga sobre o Nada. “Existe uma coisa que seja o nada? Podemos dizer que as meias estão na gaveta, ou que nada lá está. Mas, se é possível que nada esteja na gaveta, então o nada terá, de algum modo, de existir? Não se pense que o filósofo que deu a resposta a deu com subterfúgios. Com clareza e rigor lógico, Alexander Geoge, provou que em qualquer espaço dado, ou há uma coisa, ou não há uma coisa. Se não há lá coisa alguma, se nada lá está, isto não quer dizer que haja lá uma coisa, chamada NADA.
A última questão é aparentemente humorística e reveladora da ideia que se tem dos filósofos como pessoas complicadas e sonhadoras. “Porque transformam os filósofos perguntas aparentemente simples em questões tão complexas e confusas”. Alexander Geoge responde que uma pergunta simples não tem que ter uma resposta simples. A pergunta «Porque há marés?» é uma pergunta simples, no entanto uma boa resposta para esta pergunta é de facto complexa.
O Livro demonstra como a filosofia é uma actividade interessante, capaz de cativar o homem, desafiando-o a pensar melhor e a rever os pressupostos em que assentam as suas ideias. Mostra também que os filósofos não são homens alheados do mundo real. Eles formulam problemas, confrontam teorias e argumentos e são capazes, pelo diálogo, à semelhança de Sócrates, discutir directamente com as pessoas comuns.
Que Diria Sócrates? , Gradiva - Colecção Filosofia Aberta
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
DIA MUNDIAL DA PAZ
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
UM COMEÇO

Um começo...
Hoje é o último dia do ano. Um fim, um recomeço e tanta nostalgia. A vida é um continuum e, após a balada da meia-noite, nada terá mudado, a não ser, talvez, essa lufada de ânimo, essa vontade, mais vincada, mais presente, de mudar alguma coisa. E todavia, apesar do desejo de mudança, há tanta coisa, nas nossas vidas, que gostaríamos que durassem para sempre. No último dia do ano, eu vou escrever e talvez amanhã escreva de novo, e depois e depois…Escrever, escrever, escrever… como se nada tivesse sido escrito, como se todas as folhas estivessem em branco, como se a invenção da palavra fosse o aqui, o agora, o eu. O tudo, o nada, a mediocridade. Voar no topo da montanha ou no mais baixo do céu. Sempre preferi o nada à mediocridade, ao meio-termo, ao satisfatório. Hoje, reconheço que, por mais modestas que sejam as minhas palavras, elas definem uma parte importante do que sou. Eu vou escrever e ficar aquém, eu vou escrever e falhar, mas vou escrever.
O QUE É O TEMPO?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
FUMO

Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois olhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinho!
Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
Florbela Espanca - Livro de Soror Saudade
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
A FOTOGRAFIA É ARTE?

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
EXPECTATIVAS

domingo, 27 de dezembro de 2009
NEW YORK

REFLEXÃO SOBRE FERNANDO PESSOA

sábado, 26 de dezembro de 2009
REFLEXÃO SOBRE A FILOSOFIA DE RICARDO REIS

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
O Estilo de Bach
PORQUE QUEM AMA NUNCA SABE...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
QUE DIZER DE TI MENINO JESUS

que já não esteja dito?
Ao menos, no Natal,
retiram-te da cruz
e retornas à riqueza da tua criação:
à luz das estrelas,
à verdura do musgo,
ao aconchego do burrinho
que carregou contente
o ventre quente de tua mãe,
às ovelhas e aos pastores
e ao curral, onde também
uma vaquinha com seu bafo
te agasalhou do fino frio
de Dezembro;
à àgua das lavadeiras,
e aos montes com neve,
e ao mistério da noite.
Não sei se houve pranto
nas hora em que saíste,
da doçura do manto,
mas na terra houve canto
e no presépio sorris
eternamente tranquilo,
sem o calvário de espinhos
e sem a pressa de cresceres
para a quaresma eterna.
Ao menos no Natal,
retiram-te da cruz
e dela todos fingem
o esquecimento,
até os das esmolas.
Deixam-te ser menino,
apenas menino de todos nós
(e isto desde a era dos avós!)
até que o novo ano chegue
e as janeiras se cantem
em dia de reis,
por memória tua.
Esquecem-te na cruz
e reverberas de luz
e faz-se a festa
do teu nascimento
com rabanadas de pão,
(algumas sofisticadas!)
e aletria e mexidos,
e bolo-rei, ó Rei menino,
e bolos conventuais
nas mesas mais frugais!
Abençoado sejas
por renasceres
sem te cansares,
menino Jesus.
Que nome lindo,
filho de Deus!
Podias vir mais vezes
e trazeres contigo as estrelas
e o mistério dessa noite.
Descansarias da cruz onde
te pregaram eternamente
e a gente amava-te sem chagas
em presépios de musgo
e de pastores.
Talvez ficasses livre do sacrifício
e a tua mãe pudesse sorrir
sem o horror da cruz onde
te pregaram eternamente,
amor em flor!
Dorme menino, dorme, Jesus,
que no presépio velam por ti
o burro, a vaquinha,
Maria e José
e os pastores
e as ovelhinhas,
e os meninos
que sonham contigo,
Jesus renascido!
Dorme, pérola nua
desafogada de crivos,
dorme "menino de sua mãe"
que ainda é dia
e a água é pura
na consoada.
Dorme, Jesus,
dorme tranquilo
sem dor nem mal
e que Deus te dê
um FELIZ NATAL!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
REFLEXÃO SOBRE OS MEUS PRECONCEITOS

domingo, 20 de dezembro de 2009
PRECONCEITOS NO TRABALHO

sábado, 19 de dezembro de 2009
KATÁRSIS II
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Passam hoje duzentos e trinta e nove anos sobre o nascimento de Beethoven. Não podemos ficar indiferentes e para comemorar fica o vídeo de uma parte da 5ª Sinfonia, deste grande compositor.
"Ludwig van Beethoven compõe e divulga a «Quinta Sinfonia» em 1808, colhendo um dos maiores triunfos da sua carreira musical. Junto com a «Nona», é uma obra imortal que ocupa por mérito próprio um lugar de honra na história da música, e ainda hoje é tida como um monumento da criação artística. Trata-se da primeira sinfonia que Beethoven escreveu numa tonalidade menor, o que só voltaria a acontecer justamente com a «Nona». O principal traço da «Sinfonia Nº 5» reside na sua homogeneidade orquestral: com extrema perícia, o compositor consegue integrar um grande número de temas diferentes num todo expressivo e repleto de energia rítmica. Os quatro movimentos constituem um exemplo de alternância - o primeiro revela tensão, o segundo solenidade, o terceiro crispação e o quarto brilhantismo".
EditorialSol 90 - Expresso
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
A TERRA DO NUNCA

sábado, 12 de dezembro de 2009
As relações Precoces e Interpessoais
"Um bébé observa e imita a Beyoncé a dançar (aprendizagem social que ocorre por observação e imitação de um modelo) que é uma das mais importantes formas de aprendizagem."
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A DIVERSIDADE CULTURAL

terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A ÚLTIMA PALAVRA

domingo, 6 de dezembro de 2009
UMA VIDA

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
MURMÚRIO

Traze-me um pouco das
sombras serenas
que as nuvens transportam
por cima do dia!
um pouco de sombra , apenas,
vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta
no teu coração!
a alvura, apenas, dos ares
vê que não te peço ilusão
Traze-me um pouco da tua lembrança!
aroma perdido, saudade de flor!
vê que nem te digo - a esperança!
vê que nem sequer sonho,
Amor!
Cecília Meireles
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
VIVER PARA QUÊ?





